segunda-feira, 2 de maio de 2011
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Mudanças
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
"É difícil mudar de casa. Sair da casca. Deixar o quentinho do cobertor. Sair do banho e alcançar a toalha. Mudanças são contrastes de estados e, por isso, doloridas. É nascer de novo sair de uma relação para o vazio. Ou para outra. É preciso coragem e ruptura. É preciso acreditar. Comum permanecermos imóveis por mais que o suportável. Sair do banho e agachar enrolado na toalha, pensando na vida. Demorar um tempo até tomar coragem pra mudar de posição. Mudar é um parto, sempre. Mesmo que o novo mundo seja melhor. Diante do universo inteiro que se anuncia novo, o de alguém que chegou de surpresa, muitas vezes nos acovardamos."
|Cris Guerra
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Todos os dias, a mesma livre escolha!
terça-feira, 31 de agosto de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
'fragment
quinta-feira, 24 de junho de 2010
" E é no jogo bobo e repetido que vai se revelando:
o que passa, o que vem para ficar, o que é só caminho, o que é lugar para morar. "
| Cris Guerra
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Costurando nuvens.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
A moça era acostumada a ver beleza nas coisas mais simples, desde pequena - herança do avô. E aqueles olhos garimpeiros, ela não queria mais perder. Com eles, a vida ganhava novo sentido. Ela seguia seu rumo costurando nuvens e esticando horizontes com um olho só. Sem falar no buquê de sorrisos que ela plantava em todo lugar!
|Cris
terça-feira, 6 de abril de 2010
Sou uma mulher que sorri!
terça-feira, 6 de abril de 2010
'O tempo agora vale mais. É absolutamente necessário que cada momento seja bom e simples. Sigo nesse exercício – que é de sabedoria, mais que de força. Da criança que chorava à toa, tornei-me a mulher que ri de si mesma. Sou uma mulher que sorri.'
|Cris Guerra
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Dos caminhos...
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
De todos os caminhos, eu sempre escolho o coração. Ele há de ser guia. Eu penso, eu acredito. E acendo uma vela pro meu anjo da guarda, pra iluminar o que vem dentro.
Esperança tenho aos potes.
Dos meus dias
•••
Chuviscou só. Mas não apagou o fogo aqui dentro. Onde as histórias são tantas e as lembranças muitas. Onde há poeira nas coisas antigas. [Menos nas emoções que, essas, são sempre limpinhas]. Do mais, tou bem. Ando costurando os trapos. Sou especialista na arte dos remendos.
|Cris, a dos sonhos
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Cores do dia
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

' quero continuar aqui onde está
constantemente amanhecendo '
.
[Caio F.]
Tirar da poeira dos dias, uma flor. E com ela fazer festa. Inventar as horas, sempre. Mesmo aquelas em que. Nada impede rosas. Porque além de sol bonito e céu aberto, o terreno é fértil e não se entrega nunca. Vezenquando o céu ameaça chuva, sim, senhor, mas eu não deixo. Só de pirraça. Então, vou buscar numa aquarela, lá onde o verde se esconde, e pintar o céu todo-dia. Cansei de brigar com o cinza. Chego com o pincel e vou pintando tudo. Da cor do meu astral. E o céu fica mais bonito, assim. Cheio de encanto. Até me bota um sorriso na cara, daqueles largos. Porque comigo é sempre grande. Sempre cheio. Sempre aberto. Os olhos e o lado de dentro. Para sempre numa tarde de flores, frutos e um céu pintado a mão.
sábado, 19 de dezembro de 2009
Estado de encantamento!
sábado, 19 de dezembro de 2009
Debaixo de um céu azul, a menina brincava de olhar as nuvens. Enquanto isso, no rádio, tocava uma música que ela não ouvia há séculos. Desde que. E tudo pra ela pressagiava. O som do vento quando batia na janela. As nuvens que se formavam em desenhos geométricos. O girassol que nascera sem ser plantado. E ela sempre esperava pelo lado bom das coisas. Ela sempre esperava que. Porque aprendeu a disciplinar os pensamentos mais rebeldes e a torcer as nuvens negras que se formavam, vezenquando, até fazê-las chover uma chuva- fina -colorida. E pra isso ela deu nome. É estado de en-can-ta-men-to.


| Cris, a que tem belos sonhos. Com uma levíssima adaptação.
Estamos carregadas de amor...
Preocupa, não. Quando a gente perde uma das asas, a gente remenda e apara a outra. Às vezes se apóia na asa do anjo que mora ao lado. Outras tantas, se apega em rezas, versos bonitos, cantoria solta e sorriso largo. No começo parece dificil. Mas é só no começo. Depois a gente se acostuma e vai. Sem medo. E volta a ter gosto de sonho na boca. A hora que tu acordares, já estarás 50% refeita. Os outros 50 virão com o tempo. Mas só se ocê acreditar. E acredita com força. Porque se não acreditar, a gente morre de tristeza. E tira o pé do chão. Porque estamos carregadas de amor por todos eles. Ocê me entendeu? Eu sei que sim.
| Cris, a do Fuzuê!
Das belezuras!
A moça era acostumada a ver beleza nas coisas mais simples, desde pequena - herança do avô. E aqueles olhos garimpeiros, ela não queria mais perder. Com eles, a vida ganhava novo sentido. Ela seguia seu rumo costurando nuvens e esticando horizontes com um olho só. Sem falar no buquê de sorrisos que ela plantava em todo lugar!

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